Sete Práticas para uma Arquitetura Altamente Eficaz

A atual paisagem corporativa, com a sua dependência das Tecnologias da Informação, pede que consideremos o processo de desenvolvimento de uma Arquitetura com uma nova perspetiva. Aqui deixamos sete práticas importantes para que estas Arquiteturas se sustentem e sejam bem-sucedidas:

Pensar no negócio, implementando a tecnologia

A má qualidade da comunicação entre os elementos de uma equipa é um dos principais fatores que redundam no fracasso de um projeto. Todos os grupos devem saber comunicar e compreender-se, o que requer que falem uma linguagem comum e que se envidem esforços para que esteja ao alcance de todos.

Simplifique

Desde que a Arquitetura Empresarial começou a dar os primeiros passos, gerir a complexidade dos sistemas de TI tem sido uma das suas principais tarefas. O verdadeiro teste para uma Arquitetura futurista será a sua simplicidade na resolução de problemas complexos.

Transforme os preconceitos em pré-conceitos

Nas primeiras etapas dos processos, tendemos a ignorar os requisitos não-funcionais, que devem ser definidos tão cedo quanto possível. São eles: funcionalidade, aplicabilidade, confiabilidade, desempenho, segurança, sustentabilidade, “interfaces” e desenvolvimento.

Construa para a mudança

Preparar-se para a mudança inclui não só as mudanças nas funcionalidades da aplicação, mas no próprio ambiente. Construir para a mudança significa desenvolver uma aplicação como um todo, que possa ser conjugado com outras estruturas.

Todas as aplicações conduzem a múltiplos dispositivos

Hoje em dia, as pessoas usam um número cada vez maior de dispositivos, tendendo a integrar o trabalho com a interação social. Os arquitetos da aplicação devem questionar-se sobre quanto apoio à mobilidade a aplicação vai necessitar.

Facilite, mesmo se for difícil

Pense em tornar tudo o mais explícito possível para todos os utilizadores, e não apenas para as empresas clientes e as equipas de apoio. O critério da “usabilidade” é um dos mais importantes no desenvolvimento de qualquer aplicação.

Empacote para venda

O advento da Internet, dos serviços virtuais e das “Cloud Computing” mudou a forma como os produtos são apreçados e vendidos. Os modelos de licença baseados no número de utilizadores estão para ser substituídos pelas funções ativadas e pelos modelos de licenciamento baseados no uso.